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	<title>vicente pessôa ; &#187; Voz</title>
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		<title>Bayeu</title>
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		<pubDate>Fri, 31 Jul 2009 04:00:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vicente Pessôa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Texto]]></category>
		<category><![CDATA[Viagens]]></category>
		<category><![CDATA[Voz]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[belo horizonte]]></category>
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		<description><![CDATA[Palavras recheadas de Daniel Bayão na voz da pessôa de sempre.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--StartFragment--></p>
<p class="MsoNormal">Texto de Daniel Bayão, O Lacrimoso, voz da pessôa de sempre.</p>
<p class="MsoNormal">Um dia li este texto no perfil do Orkut do Daniel Bayão, um amigo com quem encontro duas vezes por ano. Talvez seis. Companheiro fiel nos 4 meses de FAFICH, aquele antro. Quis enviar por e-mail a amigos e familiares mas lembrei que não nos interessa leitores desinteressados: como nos livros, o leitor é quem deve chegar à página.</p>
<p class="MsoNormal">Narrei pra facilitar o acesso daqueles que têm preguiça de ler. Chama-se assistencialismo intelectual.</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">Eu outono ela verão, eu solfejo ela sacode, eu cuspo ela morde. Eu desatino, ela destino, eu contorno ela rabisco, eu savassi ela sion, eu tequila ela caipira, eu afogo ela respira, eu carimbo ela pirata, eu ebulo ela sublima, eu teatro ela esquina, eu subo ela surfa com minhas lágrimas, eu sofro ela sabe.</p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR">Eu bebo pra focalizar melhor.</span></p>
<p class="MsoNormal">Essa juventude pós moderna&#8230; esse caleidoscópio de quimeras de fibra de carbono&#8230; essas juras ao vento&#8230; essa esquisita poesia, que não se quer doce, nem se quer breve, o download do amor, a mac-religião das trans, das megas, das multi e das pós hehe</p>
<p class="MsoNormal">Qualquer rasguinho da sua blusa me interessa, qualquer soluço, qualquer cisquinho, qualquer restinho de coca no fundo da sua lata.</p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR">Então eu te dou minha juventude, meu destino, minha libido e o que fizeste disso? um origami?</span></p>
<p class="MsoNormal">O canto das águas, o choro dos anjos, o nascer do sol, a lua, a nuvem, o céu a selva escura. O plácido colossal que nos carrega e nos transporta até o fim. As dores do parto, a cereja madura, o pão. Frieza, tenebrosas escadas de um jardim secreto, malícia&#8230; gelo, gim e limão, deu tudo certo. O silêncio do sábio, a coragem do tigre, o prazer de mais um dia de azar e sorte. O timbre de Milton, o pó de Aécio, a eutanásia na hora do chá. quem vai me amar mendigo? Quem vai chorar comigo, quando eu perder meu passaporte? Quem foi que eu fui? As deusas do banal, as leis da luminosidade plumam e passeiam com seus desbastados seios e as bocas cheias de botox. Zé Ramalho nunca leu Otelo, mas pensa que é um mouro. Machado morreu só, muito só, mulato, gago e triste. As hemorróidas de Karl Marx ainda vão salvar o mundo. Santo Jim, briga de galo é pra quem tem cachorro. Você tem cachorro? qual seu signo? Quem foi que coloriu seus erros? Santo tédio, pai das guerras. Tanta lógica me dá vontade de comer tatu. Sei lá, entende? eu também não, eu também não, eu também não&#8230;</p>
<p class="MsoNormal">Seu verminose gonorrento!</p>
<p class="MsoNormal">O melhor de ser eu é que não sou você, é tão bom não ser você rsrs</p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR"> (Acho que agora eu pirei&#8230;)</span></p>
<p class="MsoNormal"> </p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR">&#8220;For you sweet top lip I&#8217;m in the queue, baby&#8221;</span></p>
<p class="MsoNormal"> </p>
<p><!--EndFragment--></p>
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		<title>manifesto reverso ; arte emergencial</title>
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		<pubDate>Fri, 31 Jul 2009 02:51:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vicente Pessôa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Texto]]></category>
		<category><![CDATA[Viagens]]></category>
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		<category><![CDATA[arte emergencial]]></category>
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		<category><![CDATA[marcos beccari]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
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		<category><![CDATA[vicente pessôa]]></category>

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		<description><![CDATA[A descrição feita pelo Beccari no youtube é : Vídeo-manifesto desenvolvido por Marcos Beccari, Ramona Repolês e Vicente Pessoa para o projeto "Arte Emergencial" da editora Parêntesis. Curitiba, junho de 2009.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="425" height="344" data="http://www.youtube.com/v/EAcUMJHbzfM&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/EAcUMJHbzfM&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
<p>A descrição feita pelo Beccari no youtube é : Vídeo-manifesto desenvolvido por Marcos Beccari, Ramona Repolês e Vicente Pessoa para o projeto &#8220;Arte Emergencial&#8221; da editora Parêntesis. Curitiba, junho de 2009.</p>
<p>A minha descrição é: do que adianta manifestos se não há pessoas? Não iremos redigir manifestos. Decretos são de outros discursos. Políticos e poéticos.</p>
<p>Fico feliz em saber que explicações não nos livrarão da morte.<br />
Você deveria ficar.<br />
Quando um texto flui o autor vive denovo.</p>
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